Uma simples pergunta, normalmente ao telefone, pode ensejar resposta de tamanha profundidade filosófico-existencialista como “ela não se encontra”.
O que essa resposta, aparentemente simples e despretensiosa, pode abrigar?
Bem, se alguém não se encontra, quer dizer que ela não encontra a si mesma, não é? Portanto, não será, talvez, hora dessa pessoa parar para pensar o que pretende de sua própria vida? De sua existência na Terra? Quais os objetivos? Como fazer para alcançá-los?
Ou simplesmente seguir em uma direção, sem olhar para trás? Assim, essa seria a sua direção e ela não estaria perdida. Não estando perdida, não mais precisaria procurar se encontrar e quando alguém perguntasse por ela nunca mais se ouviria dizer que ela não se encontra.
Aliás, fica uma pergunta: conseguirá encontrar um recado a pessoa que nem mesmo se encontra?
O que essa resposta, aparentemente simples e despretensiosa, pode abrigar?
Bem, se alguém não se encontra, quer dizer que ela não encontra a si mesma, não é? Portanto, não será, talvez, hora dessa pessoa parar para pensar o que pretende de sua própria vida? De sua existência na Terra? Quais os objetivos? Como fazer para alcançá-los?
Ou simplesmente seguir em uma direção, sem olhar para trás? Assim, essa seria a sua direção e ela não estaria perdida. Não estando perdida, não mais precisaria procurar se encontrar e quando alguém perguntasse por ela nunca mais se ouviria dizer que ela não se encontra.
Aliás, fica uma pergunta: conseguirá encontrar um recado a pessoa que nem mesmo se encontra?